Vandalismo
O alto preço do vandalismo
Jornal da Manhã traz reportagem especial sobre o assunto
Por Redação Engeplus
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Os motivos podem ser desconhecidos, mas os alvos estão por toda a cidade. Praças, banheiros, escolas, unidades de saúde e até luminárias são atingidas diariamente pelo vandalismo, causando prejuízos imensuráveis aos cofres públicos em Criciúma. Somente no ano passado, a Gerência de Educação da Secretaria de Desenvolvimento Regional de Criciúma (SDR) teve que arcar com mais de R$ 500 mil em manutenção de escolas depredadas na região da Amrec.
“Há todo tipo de depredação, desde quebra de vidros, utensílios dos banheiros até pichações dentro e fora da instituição. Geralmente os atos são cometidos por alunos. Porque tanto dentro das salas de aulas, como na parte externa, são feitos os mesmos desenhos”, supõe o gerente de Educação, Luiz Rodolfo Michels, em entrevista ao Jornal da Manhã, que traz na edição desta quarta-feira uma reportagem especial sobre o assunto. “Até os para-raios instalados nas unidades já foram retirados”, completa.
O valor utilizado pelo Estado, segundo Michels, seria suficiente para uma reforma geral em uma escola com 14 salas de aulas ou ainda mobiliar uma unidade, incluindo computadores e outros equipamentos tecnológicos. Leia a reportagem completa na edição desta quarta-feira do Jornal da Manhã ou no Facebook do JM.



