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Obras da Celesc na Nereu devem ficar para 2010

Por Redação Engeplus

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Projeto de distribuição subterrânea de energia da área central de Criciúma apresentado pelo presidente da Celesc, Eduardo Moreira, em reunião na CDL no início desta tarde, foi bem recebido pelos lojistas, mas o cronograma desenhado pela empresa nem tanto. Para realizar licitação, a Celesc precisaria ainda de cerca de 90 dias e pelo menos seis meses para concluir a obra, com preferência por escavar a Praça Nereu Ramos somente em janeiro. A expectativa dos comerciantes era realizar o Natal Mágico no final de novembro já na praça revitalizada.

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Além da licitação, a Celesc precisa ainda da adesão das empresas de telefonia e TV a cabo para dar continuidade ao projeto. “Não vale a pena fazer a rede subterrânea e ter que manter os postes para estes serviços”, pondera Moreira. “A prefeitura precisa agilizar esta negociação para o andamento da Celesc”, completa.

Novas reuniões entre a entidade, prefeitura e Celesc serão marcadas para rediscutir o cronograma e minimizar transtornos na Nereu durante o final do ano. As discussões direcionadas pela CDL visam abrir a Praça para obras apenas uma vez, e não em etapas. “Os lojistas precisam da obra e ela vai acontecer. Como ter menos impacto é o que vamos discutir agora”, conclui o presidente da CDL, César Wessler.

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O PROJETO
A distribuição subterrânea de energia será feita no quarteirão da Catedral São José, entorno da Praça Nereu Ramos, rua Cel. Pedro Benedet até a Travessa Eng. Boa Nova, duas quadras da rua Seis de Janeiro e duas quadras da rua João Zanette. O projeto está orçado em R$ 3,2 milhões.

“Além da beleza, a rede subterrânea é extremamente confiável, praticamente sem defeito e elimina riscos com caminhões que atingem os fios, por exemplo”, explica o diretor técnico da Celesc, Eduardo Sitonio. “E as manobras de reparos podem ser feitas à distância, sem carros no local”. A rede projetada para Criciúma é baseada num modelo europeu. “Enterra parcialmente os geradores, mas fica diluído no ambiente e a população não vai notar”, adianta Moreira.

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