Os Bois de Mamão tomaram conta da Unesc

Os Bois de Mamão tomaram conta da Unesc
Foto: Divulgação

O campus da Unesc foi invadido pelos Bois de Mamão. Por todos os lados, no Hall dos Blocos XXI, se viam bois, fantasias, enfeites e muitos sorrisos. Os motivos foram as apresentações do 3º Encontro de Bois desta sexta-feira que buscaram resgatar e compartilhar a cultura da tradição açoriana de Santa Catarina.

A coordenadora do Setor Arte e Cultura, uma das organizadoras do evento, Amalhene Baesso Reddig, ressaltou a beleza desses momentos e como o projeto atua em escolas da região. “É lindo quando a tradição encontra os jovens. Hoje é apenas uma das ações do projeto Boi de Mamão, que possibilita a criação de laços com a cultura nas escolas, que é onde ela deve estar”, afirmou.

Os bois

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A história do boi que nasce, ressuscita e morre foi contada por meio de três interpretações, cheias de cores e personalidade. A primeira foi apresentada pela Escola Municipal Governador Heriberto Hülse, seguida por um espetáculo em conjunto entre as escolas Adolfo Back, Julieta Torres Gonsalves e Padre Ludovico Coccolo. Por fim, os acadêmicos de Artes Visuais da Universidade encerraram a tarde de resgates as tradições.

Curiosidades e uma surpresa

O primeiro contato com algo novo causa curiosidade, e não foi diferente com a aluna da AFASC Cibeli Lawinki, de 12 anos, que veio do Paraná e conheceu hoje o enredo do Boi. “Eu achava mesmo que ele era feito de mamão. Mas depois da história uma pessoa saiu de dentro dele e eu vi como era feito. Eu também achei que ele tinha morrido, mas a música fez com que ele levantasse e continuasse dançando, foram duas surpresas”, comentou Cibeli.

Homenagens

Durante a celebração, o diretor da Escola Governador Heriberto Hülse, Sidnei Ferreira; o professor da Universidade, Marcos Antônio da Silva; e professor Claudionor da Silve e o produtor cultural Maxwell Sandeer Flor receberam a menção honrosa Amigo Cultural, pelos esforços feitos para o desenvolvimento das atividades. “Quando aprovamos um projeto precisamos de apoio, e são eles quem ajudam a tornar realidade”, destacou Amalhene.

(Colaboração: Imprensa / Unesc)

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