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Plebiscito popular tem urnas na Unesc

Votação é aberta a comunidade. Urnas itinerantes estão com alunos nos corredores do campus de Criciúma

Por Redação Engeplus

2 min de leitura

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Foto: Mayra Lima

A movimentação pelo voto do plebiscito popular já ganhou forma nos corredores da Unesc. São 24 urnas localizadas nos Centros Acadêmicos (CAs) e no Diretório Central dos Estudantes (DCE). O plebiscito abre espaço para a população brasileira votar se é a favor ou não de uma constituinte exclusiva e soberana para reformar o sistema político brasileiro.

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A votação ocorre durante a semana da pátria, de 1º a 7 de setembro. Dentre as 24 urnas, três são itinerantes e serão levadas pelos corredores e salas de aula por meio de representantes do CAs e DCE. A ideia é alcançar o maior número de alunos explica o presidente do Diretório, Vinícius Monteiro. “A Universidade tem 12 mil acadêmicos, se conseguirmos o voto de 5 mil desses já é um grande passo”, ressalta o estudante.

A estudante de Geografia da Unesc, Raissa Zilli participou das manifestações de julho de 2013 que ocorreram em Araranguá, onde reside. Para ela esse é o momento de levar para frente o que foi solicitado nos protestos. “Não podemos ser reféns desse ciclo vicioso de políticos, precisamos lutar pelos nossos ideais”, comenta.

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A votação é aberta a comunidade. Para participar basta o interessado procurar uma urna localizada na Unesc e levar um documento com foto.

O que é um Plebiscito?

Plebiscito é uma consulta aos cidadãos, que escolhem entre “sim” ou “não”. De acordo com as leis brasileiras somente o Congresso Nacional pode convocar um Plebiscito. Já um Plebiscito Popular é uma ação puxada por movimentos sociais, permitindo que os brasileiros expressem a sua vontade política e pressionem os poderes públicos a seguir a vontade da maioria do povo.

O que é uma Constituinte?

Constituinte é a realização de uma assembleia de deputados eleitos pelo povo para modificar a economia e a política do País e definir as regras, instituições e o funcionamento das instituições de um Estado como o governo, o Congresso e o Judiciário, por exemplo. Suas decisões resultam em uma Constituição. A do Brasil é de 1988.

Colaboração: Mayra Lima/Comunicação Unesc

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