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Crime ambiental

Polícia Civil identifica dupla investigada em agressão de macaco em Maracajá

Animal recebeu o tapa de um dos visitantes do Parque Ecológico

Por Lucas Renan Domingos

2 min de leitura

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Foto: Instituto Marakinho | Divulgação

A Polícia Civil conseguiu identificar duas pessoas envolvidas na agressão de um macaco-prego-preto no Parque Ecológico de Maracajá, no Sul de Santa Catarina. A informação foi divulgada pelo delegado Adriel Alves na tarde desta terça-feira, dia 11. Ambos responderão pelo crime de maus-tratos a animal silvestre.

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Os investigadores apontaram que o suspeito de dar o tapa no animal é um homem de 22 anos. O momento foi filmado por uma mulher de 19 anos, que também é investigada no caso.

“Agora vamos tentar localizá-los para realizar o interrogatório”, confirmou o delegado. Uma das informações a ser apurada pela Polícia Civil é apontar quando ocorreu a agressão. Há suspeita de que o caso tenha ocorrido há dois meses.

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O caso ganhou repercussão depois do vídeo da agressão ser postado nas redes sociais. As imagens postadas no perfil do Instituto Marakinho mostram um visitante do parque atraindo o animal com uma folha. Distraído, o macaco nem vê o momento em que o visitante o atinge com um tapa. Gritando, o primata cai do local onde estava sentado e depois foge em direção à mata.

A pena para o crime de maus-tratos de animais silvestre é de três meses a um ano, além da possibilidade de aplicação de multa que varia entre R$ 1,5 mil e R$ 50 mil por pessoa.

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