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Presidentes da Câmara de Içara e da Cooperaliança retornam aos cargos

Por Redação Engeplus

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Foto: Foto/Arquivo: Amanda Tessmann / Jornal da Manhã

A medida cautelar que impedia o vereador Darlan Carpes (PP) de permanecer na presidência da Câmara de Vereadores de Içara e Pedro Dionízio Gabriel na presidência da Cooperalianca foi extinta e eles já podem voltar aos cargos. Os dois foram afastados em julho a pedido da justiça em decorrência da possível participação no escândalo das cédulas marcadas para beneficiar uma carbonífera que pretende se instalar em Içara. A extinção da medida cautelar foi assinada pelo juiz Sérgio Renato Domingos.

Por causa do escândalo, foi aprovada na Câmara a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para auxiliar na apuração do caso. Porém, o presidente da CPI, o vereador Jurê Bortolon (PMDB), ainda não marcou a primeira reunião e nesta semana foi oficializada sua ida para a sub-prefeitura do Balneário Rincão, onde ele será sub-prefeito. Na próxima semana, o futuro da CPI deve ser definido.

Relembre – Na sessão do dia 16 de maio, acatando denúncia, o Grupo de Atuação contra o Crime Organizado (Gaeco) recolheu todas as cédulas da votação que derrubava o veto do prefeito Gentil da Luz ao projeto que criava a Área de Proteção Ambiental (APA) de Santa Cruz, possivelmente beneficiando uma indústria carbonífera. Após perícia, três vereadores foram indiciados: o presidente da Câmara Darlan Carpes (PP), Acirton Costa (PMDB) e Itamar da Silva (PP).

A justiça solicitou, então, o afastamento do vereador Darlan Carpes da presidência da Câmara e de Pedro Dionísio Gabriel da presidência da Cooperaliança, também indiciado no processo.

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