Primeira Feira
Primeira Feira da Economia Solidária termina com saldos positivos
Por Redação Engeplus
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Estiveram durante dois dias, na Praça Nereu Ramos, em Criciúma, artesãos, cooperativas e pequenos produtores do extremo Sul Catarinense. 21 empreendimentos participaram da Feira de Economia Solidária, onde os empreendedores expuseram seus trabalhados e empreendimentos que valorizam a economia solidária. A feira foi promovida pela Cáritas Diocesana de Criciúma e é uma atividade do projeto Fortalecendo Experiências de Economia Solidária de Santa Catarina (Foortes) patrocinado pela Petobrás.
Além dos 21 empreendimentos, as mulheres camponesas, de Morro da Fumaça, a Pastoral da Saúde e a Ong Nossa Rua, de Criciúma também participaram da feira, mas só como expositores. Conforme a articuladora do projeto, Morgana Rosso, o evento terminou com um saldo positivo. “Foi a nossa primeira experiência com a feira, em Criciúma, e superou nossas expectativas. Teve produtor que saiu mais cedo na sexta-feira para produzir mais produtos, para que ele pudesse vender no sábado”, destaca.
Segundo Morgana, durante um dia e meio de evento, foi movimentado cerca R$ 12 mil. “Para um dia e meio foi um valor muito bom. Em dezembro do ano passado, houve uma feira em Chapecó e em janeiro deste ano, aconteceu outra em Laguna e as duas juntas arrecadaram pouco mais de R$ 15 mil, ou seja, em Criciúma foi um número muito bom”, compara à articuladora.
Junto com a feira diversas oficinas foram realizadas na Praça Nereu Ramos, como o uso do sabão caseiro e o papel reciclado. A Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc) foi parceira com uma oficina de cooperação com os empreendedores. Outro fator que chamou a atenção no evento foram às atrações culturais, como o do grupo Chico Rosa de Içara, os cantores de Moçambique e o grupo Miraboys, do bairro Mirasol, do Balneário Rincão.
Para a cozinheira Sandra Brunato, a feira foi muito importante porque além de ganhar um dinheiro extra, é uma oportunidade de divulgar o nome do seu próprio negócio. “Sou agente de viagens, mas produzo e vendo comidas caseiras como bolos e chocolates. No futuro pretendo viver só disso, então esta feira é muito importante”, frisa. Segundo a artesã, Silvia Regina da Costa, de Içara, sábado foi o dia de maior movimento na feira, uma oportunidade de divulgar o seu trabalho. “Produzo flores em AVA, tapetes, patchworks, entre outros artigos, isto aqui é uma vitrine para nós”, comenta.



