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Protesto em favor de Jevis marca sessão da Câmara

Apoiadores do vereador foram a Câmara para reivindicar que o nome dele seja mantido para a presidência do legislativo

Por Redação Engeplus

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Foto: Daiana Carvalho

Com cartazes, um grupo de aproximadamente 40 pessoas se reuniu para protestar na Câmara de Vereadores de Criciúma, durante a sessão desta segunda-feira, dia 17. A manifestação defende a manutenção do nome do vereador pastor Jevis (PDT) para a presidência do legislativo de Criciúma, que em 2015 será presidida pelo partido. “Achamos muito injusto o que vem sendo feito. Ele defende as bandeiram do partido, está no segundo mandato é mais do que justo que ele assuma”, destacou Marlon Zappelini, filiado do PDT e integrante do movimento.

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Jevis foi apontado como o vereador escolhido para assumir a presidência no próximo ano pelo PDT municipal, entretanto, uma decisão encaminhada pela comissão provisória do PDT estadual aponta o vereador Ricardo Fabris para assumir a presidência da casa. A medida é questionada pelos integrantes do movimento. “Jevis conquistou 10 mil votos na última eleição e tem a indicação do partido local. Queremos saber porque os negros estão sendo banidos do partido, só nos últimos dias tivemos dois casos”, destaca Zappelini.

Ao fazer uso da tribuna, Jevis agradeceu o apoio do movimento e destacou a importância de investir em segurança e o trabalho que faz com os jovens do município. Para ele, a indicação ao cargo é o reconhecimento pelo trabalho que vem desempenhando. “Me considero apto para estar aqui, pela minha prática, pelos 11 projetos que desenvolvo na cidade. Se o partido me escolheu não há porque desse imbróglio. É uma intervenção ditatorial”, destacou o vereador ao salientar que aguarda o parecer do mandado de segurança que visa garantir a manutenção da escolha do PDT municipal.

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Conforme a direção estadual do PDT, o assunto já está resolvido e não há o que ser questionado. “A posição é irreversível. Já colocamos o nome do Ricardo como o presidente da Câmara e ponto. O que vale é o estadual e não a direção antiga”, destaca o presidente estadual em exercício do partido, Luiz Viegas. “A decisão foi tomada quando o processo político estava muito tumultuado logo após as eleições”, completou.

O vereador Ricardo Fabris foi procurado pela reportagem do Portal Engeplus, mas preferiu não se manifestar sobre o assunto. “Fui orientado pelo presidente estadual do partido para não me pronunciar sobre o caso”, explicou.

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