Por Texto/fotos: Lene De Costa - lenedecosta@engeplus.com.br
EmUma jaqueta original, peça mais rara do acervo Elvis Presley pertencente aos colecionadores Luiz Felipe Goulart e Carlos Moacir Dalssin, foi furtada do local onde a mostra está sediada, no Criciúma Shopping. Além da jaqueta, outros dois pequenos objetos também desapareceram das prateleiras da exibição.
“O problema maior nem é o preço da jaqueta, mas o valor sentimental”, reclama Dalssin. “A peça estava conosco há muitos anos”.
O colecionador acredita que um visitante tenha retirado a jaqueta da parede e escondido sob a roupa. “Com a movimentação, não vimos nada”, conta, aborrecido. “Já aconteceu de nos levarem uma ou outra peça menor, mas nunca um item desses”.
ELVIS NÃO MORREU
O acervo dos fãs Luiz Felipe Goulart e Carlos Moacir Dalssin tem cerca de 2 mil itens adquiridos ao longo de 40 anos. “Comecei a colecionar coisas ligadas ao Elvis aos sete anos”, relembra Goulart. Depois de algumas exposições, a dupla resolveu rodar o Brasil com as peças e está na estrada há um ano. “Ainda não temos agenda totalmente fechada, mas estamos fechando”, revela Dalssin.
Com cargos de presidente e vice no The Hillbilly Cat Official Fan-Club, os dois exibem orgulhosos raros objetos como o primeiro selo oficial americano com a imagem do ídolo, com valor comercial estimado em R$ 1.000, a discografia completa brasileira e americana e uma infinidade de discos, long-play, CDs e DVDs de diversos países.
E Elvis, realmente, não morreu? “Isso é marketing, é idiotice acreditar ao pé da letra”, dispara Goulart. “Elvis não morreu por causa de sua obra. Morreu o físico, mas a obra é perpétua”, define.
A mostra pode ser visitada gratuitamente até o próximo dia 30 e está alojada na sala 29. Para quem deseja ficar com uma lembrança da exposição, é possível comprar no local uma série de souvenirs com a cara do Rei.


































