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Opinião

Salve Criciúma

Salve Criciúma

Por Redação Engeplus

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“Era uma vez, uma cidade chamada Esperança. Nesta cidade viviam: um narrador, um comentarista e vários torcedores. Todos estavam interligados por um time que existia em Esperança. Cada qual em sua função, presenciou uma história fantástica deste time, que poderia ser chamado, muitas vezes, de sonhador. Porque sempre sonhava em mostrar para um país e Estado, que em Esperança o trabalho nunca é pequeno.

As adversidades nesta cidade são muitas; a violência tem percussão nacional. Na política, as decisões são burocráticas, os políticos não se entendem e a em alguns casos são incoerentes, não têm uma torcida firme por um determinado “time” político, contudo, todos em esperança fazem parte de uma torcida, na qual chamam de Acreditar. A torcida acreditar, ou acredito, é formada por todos, sem distinção, porque somente o esporte e capaz de unir todos em Esperança, em torno do Acredito. Os que não, curtem o Time sonhador, ou este esporte. Todos os que não fazem parte da torcida Acredito, de Esperança, do time sonhador, estes pelo menos participam da torcida Acredito, por dias melhores na política e na segurança.

Tanto o narrador e o comentarista de Esperança não são esperançosos, ou melhor, não nasceram em Esperança, todavia, ambos são apaixonados e são torcedores do sonhador e fazem parte da torcida Acredito, assim tornaram esperançosos de coração. Mesmo não trabalhando juntos, Mario Lima e Nassif, são renomados e sempre acreditaram em Esperança e no time sonhador.

Hoje, tanto o comentarista, quanto o narrador estão prestes a ver o time sonhador novamente com os grandes do país. O sonho mesmo adormecido sempre esteve presente em Esperança e a torcida acredita, canta cada vez mais forte. Pode até não ser neste fim de semana, pode até não ser neste ano. Pode até não ser. Porque aqui em Esperança não se desiste, mesmo que os ventos sejam contrários. Em Esperança, o povo trabalhador é firme, é forte. É por isto que é conhecido de rocha. Rocha negra, sem preconceito, marcado por uma história que orgulha a todos.

Nesta cidade já tiveram alguns outros times além do sonhador, que fizeram parte do cenário nacional. Times inesquecíveis, que acendeu a chama do povo rocha, que até amoleceu em alguns casos. O fogo da torcida Acredito nasceu nestes tempos de glórias. Muitos foram os heróis do passado, alguns fazem parte da ronha de Esperança, outros, se tornaram rocha negra. Aqui em Esperança também tiveram e têm outros profissionais da imprensa esportiva, alguns deles nem parece serem rocha. Não valorizam o sonhador e seus pessimismos atrapalharam os que acreditam. Até mesmo o comentarista, em alguns casos nesta jornada do sonhador. Repudiou os que colocam os carros na frente dos bois. O narrador, em alguns jogos gritava “nasceu”, e em cada grito à torcida Acredito, imaginava o sonhador de Esperança, a cidade da rocha, chegar novamente.

A Esperança não murcha, ela não cansa, também como ela não sucumbe à crença. Vão-se sonhos nas asas da descrença, voltam sonhador nas asas da Esperança. A vida real do ser humano consiste em ser feliz, principalmente por estar sempre na Esperança de sê-lo muito em breve. O breve será amanhã. O amanhã em Criciúma são todos de Esperança, no seu time sonhador. No Tigre de Criciúma. O era uma vez será outra vez porque faço parte de um time feito de rocha. Um time que, juntamente com a torcida, grita. Eu acredito, porque sou Esperançoso”.

Giovani Felipe - Escritor, estudante universitário da Unesc e professor da EE.B. Samuel Sandirni, de Orleans


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