Mobilização
Sem acordo, químicos entram em estado de greve
Categoria e Sindicato Patronal já tiveram três rodadas de negociação
Por Redação Engeplus
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Após três rodadas de negociação para renovação da convenção coletiva, o Sindicato dos Químicos não chegou a um acordo com o Sindicato Patronal. Com isso, o Sindicato formalizou nessa segunda-feira, dia 20, o “estado de greve”.
“Não há como avançar sem quem decide estar participando, presente nas rodadas de negociações, como está ocorrendo. Já tivemos três rodadas e não avançamos nada, pois os dois advogados que representam os patrões não têm poder de decisão, apenas anotam propostas e levam à diretora do Sindicato patronal”, explicou Carlos de Cordes, o Dé, presidente do Sindicato dos Químicos.
“Queremos fechar a convenção, mas sentimos que a classe patronal quer, apenas, ganhar tempo, sem que tenhamos resultados concretos das negociações”, acrescentou.
De Cordes explica que a partir de agora vai reunir a diretoria completa do sindicato com lideranças do movimento sindical regional para dar encaminhamentos ao “estado de greve”. “O fundamental é a determinação de não permitir redução de direitos conquistados”, enfatizou.
Hoje quase três mil trabalhadores atuam em mais de 100 indústrias químicas de Criciúma e região.
(Colaboração: Gilvan de França / Assessoria Sindicato dos Químicos)



