Criciúma
Sem as alças, protesto à vista no Anel Viário
Por Redação Engeplus
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“Os pneus já estão separados para a barricada”. Assim, o presidente da Associação de Moradores da Mina do Mato, Fabrício Kestering Pereira, anuncia a mobilização da região que reclama a falta de alças de acesso ao Anel Viário. “Quando inauguraram, nos pediram um prazo. Se não terminarem nesse prazo, vamos fechar a rodovia por tempo indeterminado”, emenda Orlando da Silva, morador dos arredores.
Acontece que o Anel Viário, no trecho inaugurado em janeiro entre São Simão e Vila Zuleima, foi construído sem as alças que darão acesso aos bairros Mina do Toco, Naspolini e Mina do Mato, uma região com cerca de 15 mil moradores.
“Faltam dois meses para terminar o prazo e não vimos movimentação até agora. Estamos preocupados”, comenta o presidente da Associação de Moradores da Mina do Toco, Luiz Carlos Naspolini. A previsão apontada ainda em janeiro pelo governo do Estado era de uma solução até junho. Sem qualquer sinal de obra, um paliativo segue sendo usado. “É uma estrada de chão que abrimos ali. Até agora não deu acidente”, conta Naspolini.
Após admitir a falha no projeto original, que ignorou as alças, a superintendência regional do Deinfra prometeu para breve uma atualização do procedimento sobre a construção.



