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Segurança

Investigação

Sexto envolvido em homicídio com corpo carbonizado é preso pela Polícia Civil

Investigado foi detido na manhã desta sexta-feira em Içara

Foto de Patrick Stüpp - patrick.stupp@engeplus.com.br

Por Patrick Stüpp - patrick.stupp@engeplus.com.br

2 min de leitura

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Foto: Polícia Civil/Divulgação

A Polícia Civil prendeu na manhã desta sexta-feira, dia 10, um sexto envolvido na morte de Jair de Bem Figueiredo, de 47 anos, que teve o seu corpo carbonizado no dia 23 de março, no município de Laguna. Após o avançar das investigações, um homem de 19 anos teve um mandado de prisão preventiva cumprido na manhã de hoje no município de Içara.

Segundo informações apuradas pela Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Laguna, a participação do investigado no crime foi como coautor tanto nos atos de execução da vítima, quando na ocultação do corpo. Com a prisão na manhã de hoje, a Polícia Civil informou que estão identificados e presos os autores e participantes do crime.

De acordo com policiais civis, os novos indícios e desdobramentos apontaram que os investigados são autores de crime de latrocinio em face da vítima. De acordo com a Polícia Civil, com o ato, os investigados buscavam obter vantagem financeira e, após a morte de Figueiredo, teriam se utilizado de valores pertences à vítima.

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Crime aconteceu no dia 23 de março de 2026. (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

Membros do grupo que teriam participado do crime afirmaram que o objetivo era dar uma lição na vítima, mas a situação evoluiu para um assassinato. Três dos investigados, de 19, 20 e 24 anos, foram presos horas depois do homicídio. Um quarto suspeito, de 26 anos, foi preso no dia 31 de março. Já o quinto envolvido, um adolescente de 17 anos, foi apreendido na última terça-feira, dia 7.

Sobre o crime

Figueiredo, de 47 anos, foi encontrado carbonizado em um carro incendiado na Praia do Gi, em Laguna, no dia 23 de março de 2026. A motivação do crime seria uma retaliação por supostos abusos sofridos por um dos suspeitos quando ainda era adolescente.

A casa da vítima, no bairro Mar Grosso, estava aberta e com sinais de sangramento quando policiais chegaram ao local. O grupo utilizou o próprio carro de Figueiredo para transportar o corpo até a região da Pedra do Frade. No local, eles atearam fogo no automóvel na tentativa de destruir provas e dificultar a identificação da autoria.

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