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Requerimento

Tempo de retorno em atendimento psiquiátrico infantil na rede pública é questionado em Criciúma

Vereador afirma ter relatos sobre o tempo longo de espera

Por Fabrício Júnior

2 min de leitura

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Foto: Arquivo/Decom

O tempo de retorno em atendimento psiquiátrico infantil na rede pública de Criciúma será abordado na sessão da Câmara de Vereadores nesta segunda-feira, dia 27. Por meio de requerimento, o vereador Obadias Benones (PL) questionará o governo municipal sobre o assunto.

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Dentre os questionamentos no requerimento estão o tempo médio de espera para a realização da primeira consulta com médico psiquiatra infantil, o tempo médio de retorno para acompanhamento após a consulta inicial, quantas crianças e adolescentes encontram-se atualmente na fila de espera por atendimento psiquiátrico e quantos profissionais médicos psiquiatras, com especialização ou atuação voltada ao público infantil, estão em exercício na rede municipal de saúde.

“Fui procurado por pais que estão enfrentando muita dificuldade para conseguir atendimento psiquiátrico infantil na rede pública. Foi relatado uma espera longa no retorno, o que nos levou a protocolar esse requerimento para entender de forma oficial como está o serviço. Nosso objetivo é buscar respostas concretas”, frisa Benones.

De acordo com o parlamentar, a principal demanda é em relação ao retorno, com relatos de que, após a primeira consulta, o tempo de espera para o acompanhamento tem sido muito longo. “Quando se trata de atendimento psiquiátrico infantil, a continuidade é essencial. Por isso, é importante entender o que está acontecendo e cobrar melhorias”, destaca.

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O vereador reforça ainda que o objetivo é entender melhor a situação, identificar o que está e buscar soluções junto à Secretaria de Saúde para garantir que as crianças recebam o acompanhamento necessário sem longas esperas. “Queremos ter uma visão clara da situação para cobrar melhorias e garantir que as crianças recebam o cuidado necessário”, finaliza.

A reportagem tentou contato com o secretário de Saúde de Criciúma, Deivid de Freitas, mas até a publicação desta matéria não foi atendida. O espaço segue aberto para esclarecimentos.

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