Turminha do
Turminha do Futuro encerra 2012 em clima de festa
Por Redação Engeplus
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O projeto Turminha do Futuro encerrou a versão 2012 nesta terça-feira e alunos da escola Vilson Lalau se reuniram na Associação Empresarial de Criciúma (Acic) para receber um certificado de participação e conclusão. As viagens de 2012 começaram no dia 11 de abril, com a escola Giácomo Búrigo, e só neste ano 460 crianças de 11 escolas participaram do projeto. Desde o início (em 2007) o Turminha do Futuro já atendeu três mil crianças e abrangeu todas as escolas criciumenses, inclusive as particulares.
A administradora da Critur, Valdirene Dário, foi uma das pessoas que entregou o certificado aos alunos. "Nós, das empresas de ônibus que participam do projeto, ficamos orgulhosos de ver o resultado. É uma responsabilidade porque queremos sempre contribuir com a educação. Está valendo a pena, pois traz dinamismo às aulas e conseguimos ver no rosto das crianças a alegria", ressalta Valdirene.
Os pais participaram do evento e comemoraram a participação dos filhos no projeto. "Foi muito bom, eles aprenderam bastante, muito mais do que em sala de aula. O meu filho sempre chegava em casa contando como tinha sido o passeio. Para nós, pais, é um orgulho. Projetos desse tipo são bons, bem elaborados e puxam as crianças para o lado da educação", comemora a mãe Sheila de Souza.
Segundo a diretora da escola, Mariangela Toneto, as crianças tiveram a oportunidade de sair das paredes da escola para ver uma aula ao vivo, conhecer os pontos turísticos de Criciúma e conhecer melhor a história da cidade. "A produtividade desses alunos aumentou, eles não decoraram uma matéria, mas aprenderam, apalparam as coisas. Isso é um projeto que vai ficar para a vida inteira deles", explica.
A maior comemoração, no entanto, parte dos alunos - que fizeram o juramento, durante o evento de encerramento, de estarem sempre comprometidos em ser a Turminha do Futuro. "Eu adorei a experiência, aprendi as etnias, me envolvi muito com todas as viagens e aprendi coisas que não aprenderia na escola. Sempre tinha o que conversar em casa", lembra o aluno do 4° ano Alex Macette.



