Uso de
Uso de cartões de débito explode
Por Redação Engeplus
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Luciano Silva da Rosa *
Conforme relato do Banco Central, os cartões de débito devem ultrapassar os cheques em 2007.
A medição é feita pelo BC desde 2001 e, daquele ano até 2006, o número de pagamentos com cheque apresentou queda de 35%.
Já as transações com cartão de crédito cresceram 110% e com cartões de débito o crescimento foi de 339%.
USO DE CARTÕES DE CRÉDITO SUPERA AS MOVIMENTACOES EM CHEQUES
Os cartões de crédito ultrapassaram os cheques e hoje são o meio de pagamento mais utilizado pelos brasileiros ao comprar no varejo. De acordo com estudo do Banco Central (BC), em 2006 foram contabilizados R$ 1,73 milhão de transações com cartões de crédito, contra R$ 1,62 milhão de transações com cheques.
JUROS AMERICANOS E OS REFLEXOS NA BOLSA
O Controle da inflação pelos americanos em seu país ainda determina o ritmo das ações e cambio pelo mundo todo, mas há sinais de inflação controlada no que tange ao atacado.
Entre hoje e amanhã, sai a decisão de política monetária do Comitê de Mercado Aberto do Federal Reserve que pode dar uma “mãozinha” para os americanos que não eram inadimplentes em razão da tal “bolha” imobiliária.
Especula-se uma queda de até 0,50 pontos porcentuais nos juros básicos de lá, (nosso COPUM aqui), que impactaria diretamente das taxas de refinanciamento e redescontos.
BOLSA
Essas medidas através de efeito dominó por todo o mundo, ocasionaria automaticamente uma sensação de alívio aos investidores pelo mundo que consequentemente reiniciariam novos investimentos no mercado e injeção de recursos inclusive nos países em desenvolvimento como o Brasil.
BANCO REAL QUE COMPRA O SUDAMERIS, QUE É COMPRADO PELO GRUPO SANTANDER QUE COMPROU O BANESPA...
Com lance de R$ 2,3 bilhões, o banco holandês vence disputa com os bancos Bradesco e Unibanco e fica com o Sudameris, sendo R$ 527 milhões à vista e o resto em ações do banco Real.
O total de ativos do Real ABN AMRO cresceu 18,5% sem o Sudameris, dos R$ 36,952 bilhões de dezembro de 2002 para R$ 43,8 bilhões em dezembro passado, mas saltou 50% e atingiu os R$ 55,442 bilhões com o Sudameris. A carteira de crédito cresceu 14,45% sem o Sudameris, de R$ 17,3 bilhões para R$ 19,8 bilhões; e avançou 57,2% para R$ 27,2 bilhões com a nova aquisição.
OUTRA FUSÃO PELA FRENTE
Parece o apogeu, não? Não.
Procurem se atentar para a possível fusão entre ABN Real e Santander ao qual se tornaria o segundo maior do país. Aguardem os próximos capítulos.
* Formado em Administração de Empresas, habilitação em Comércio Exterior, agente de Fomento Mercantil e pós-graduando em Gestão Estratégica Empresarial - lucianocriciuma@hotmail.com
