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Vampiro fala sobre Infraestrutura, Regionais e governo Antonelli
Deputado participou do programa Direto ao Ponto, com Nícola Martins, na TV Engeplus
Por Redação Engeplus
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Nesta semana, o programa Direto ao Ponto, com Nícola Martins, da TV Engeplus, entrevistou o deputado estadual Luiz Fernando Cardoso, Vampiro (MDB). Pré-candidato à reeleição, Vampiro foi secretário estadual de Infraestrutura durante 14 meses, período em que encaminhou diversas obras no Sul do estado, como a Via Rápida, a SC-445, rodovias que ligam municípios. “Na obra da Via Rápida, dia 20 de janeiro de 2017 fizemos uma vistoria e eu me comprometi com a sociedade carbonífera que em 20 de dezembro entregaria”, destacou o deputado.
Ex-secretário de Desenvolvimento Regional, Vampiro defende a estrutura, mas destaca que eram necessárias mudanças, como a atitude do governador Eduardo Pinho Moreira em extinguir 15 Regionais. “Não eram necessárias cinco ADRs no sul do estado, apenas três”, explicou Vampiro, referindo-se a Tubarão, Criciúma e Araranguá. “Entendo que ela não tenha um desperdício financeiro tão grande. Se você fechar a ADR de Criciúma hoje, você vai tirar nove cargos de comissão com salário médio de R$ 4.500. Mas vão ficar lá dentro, ainda, cerca de 62 cargos que não são de livre nomeação, são cargos efetivos”, justificou o deputado.
Uma das primeiras funções públicas de Vampiro foi a presidência da CriciumaTrans, no governo do prefeito Anderlei Antonelli. À época, ele era um dos considerados “Menudos”, um grupo de jovens técnicos que tinha funções cruciais na administração. Além de Vampiro, faziam parte do grupo o atual vice-prefeito Ricardo Fabris, o engenheiro Mauro Sônego e o atual presidente da OAB Criciúma, Fabio Jeremias. A dispersão desse grupo Vampiro atribui ao próprio prefeito Antonelli. “Ele perdeu uma grande oportunidade de liderar um grupo efetivamente muito forte dentro do partido (MDB)”, explicou Vampiro. “Naquele momento, de reeleição (em 2008), Antonelli não quis bater chapa com o PMDB. A Executiva do partido queria prévias e ele tinha totais condições de avançar nesse sentido. O Antonelli não se colocou no confronto interno do partido e se retirou. (...) Naquele momento, deixou dispersar o grupo e automaticamente cada um seguiu dentro de suas ideias, de seus relacionamentos, de amizades, os caminhos diferentes. Acho que o Antonelli poderia ter segurado (pré-candidatura e grupo) e hoje o cenário poderia ter sido diferente”, concluiu.
Confira a entrevista completa na TV Engeplus.



