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Vereador quer saber o tamanho da dívida do CriciúmaPrev

Por Redação Engeplus

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Foto: Divulgação

A difícil situação do fundo de previdência de Criciúma foi enfatizada ontem pelo prefeito Clésio Salvaro (PSDB) no ato de avaliação dos cem primeiros dias de governo, no Paço Municipal. “Assumimos com R$ 13 milhões de salários atrasados, e R$ 38 milhões pendentes de contribuições. Os salários estão em dia e os repasses legais ao CriciúmaPrev vamos equacionando. Já pagamos R$ 7 milhões”, explicou.

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Para entender qual exatamente a extensão dos problemas financeiros do fundo, o vereador Ademir Honorato (PMDB) fez aprovar ontem à noite, na Câmara, um requerimento solicitando informações. “Tem dívidas? São de quanto? Queremos atualizar o recolhimento patronal e funcional, pois todo fim de ano é a mesma celeuma”, argumentou Honorato. “É sempre a mesma história, o prefeito diz que não conseguiu a certidão negativa de débito por falta também desses pagamentos”, completou.

Ao avalizar o pedido do colega de bancada, o vereador Toninho da Imbralit (PMDB) deixou uma crítica ao ex-prefeito Márcio Búrigo (PP). “Fomos ludibriados no governo passado aqui. Disseram que se aprovássemos o parcelamento das dívidas do CriciúmaPrev seria pago o pessoal da saúde, da educação, mas não foi o que aconteceu”, criticou. “Daí o atual prefeito teve que quebrar a cabeça para pagar esse pessoal, e agora o fundo também com os atrasos que ficaram”, concluiu. O requerimento foi aprovado por unanimidade.

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