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Economia

Corte de gastos

VÍDEO: Câmara projeta economizar R$ 10 mi com redução de custos

Anúncio de redução de gastos aconteceu na tarde desta quinta-feira

Por Redação Engeplus

2 min de leitura

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Foto: Marcelo de Bona

Na tarde desta quinta-feira, o presidente da Câmara de Vereadores de Criciúma, Júlio Colombo (PSB) anunciou um pacote de medidas visando a redução dos custos do Legislativo. Segundo a projeção feita pela Mesa Diretora, os ajustes representarão uma economia de cerca de 2,5 milhões por ano, totalizando ao final dos quatro anos de mandato, R$ 10 milhões.

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Os principais cortes serão realizados nas gratificações dos dois assessores, os quais cada vereador tem direito, totalizando 34 assessores. Eles terão o salário bruto diminuído de cerca de R$ 5,2 mil para R$ 4,7 mil.

“Também houve o corte de 20% para os oito cargos de direção dos comissionados. Isso vai equivaler a extinção de dois cargos. A folha de pagamento representa 64% do orçamento da Câmara de Vereadores. Estamos dentro do que prevê o Tribunal de Contas, que é de 70%. Mesmo antes desses ajustes, já estávamos dentro do que era determinado”, informa o presidente da Câmara de Vereadores.

A Câmara de Vereadores também pretende reduzir custos com publicidade, com a TV Cidadã e com a digitalização de documentos.

“No ano passado tivemos um gasto R$ 150 mil com publicidade. Temos um contrato com uma agência, mas ela será usada somente em caso de extrema necessidade. A TV Cidadão nós temos um contrato, mas agora com o Facebook fazendo as transmissões esperamos economizar em torno de R$ 150 mil, por ano. A digitalização dos documentos, nós voltamos ao contrato original, de 10 mil documentos por mês, e vai gerar uma economia de R$ 50 mil, por ano. Todos os contratos também serão renegociados para tentar reduzir em torno de 20%”, informa.

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Segundo Júlio Colombo, a redução dos salários dos vereadores não foi cogitada. “No ano passado o salário foi congelado, houve apenas uma correção. Não existe verba de gabinete, se eu for visitar um bairro, o combustível e o desgaste do carro sai do salário do vereador. É preciso pegar o salário e diminuir os gastos para ver o que sobra”, justifica.

No vídeo abaixo, Júlio Colombo fala sobre o valor recebido no ano passado, de cerca de R$ 16 milhões, e a devolução do recurso ao final do ano de R$ 1,6 milhões.

Abaixo, presidente da Câmara ressalta que vereadores não recebem verba indenizatória.

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