Engeplus
Política

TV Engeplus

VÍDEO: "Não vamos ter candidato a governador", Julio Garcia sobre PSD

Ex-deputado foi o entrevistado do programa Direto ao Ponto, com Nícola Martins

Por Redação Engeplus

2 min de leitura

Compartilhar:
Foto: Reprodução

Ex-deputado estadual e ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Estado Julio Garcia foi o entrevistado do programa Direto ao Ponto, com Nícola Martins desta semana. Pré-candidato novamente a deputado estadual, em busca do sexto mandato, Julio falou sobre seu nome ter aparecido em uma delação da Odebrecht na Operação Lava Jato. “Eu recebi um diretor da Odebrecht, que foi tratar de um processo, e conversamos politicamente. As perguntas que ele me fez, eu respondi. Ele me perguntou o que eu achava da eleição de deputado estadual. E eu respondi a ele quem seriam os dois mais votados, seriam o Gelson Merisio o mais primeiro colocado e o Zé Nei (Ascari) o segundo colocado. Foi o que aconteceu, eu acertei no prognóstico. Nada mais do que isso.”, destacou.

Sobre a candidatura ao governo do PSD, hoje despontando com o deputado estadual Gelson Merisio, Julio Garcia foi categórico. “Tenho certeza, pode anotar, nós não vamos ter candidato a governador em função disso”, frisou. “Acho que uma candidatura ao governo do Estado não pode brotar apenas da obsessão pessoal de uma pessoa. Ela tem que conter outros ingredientes, que a candidatura do Gelson Merisio, ao meu ver, não tem. Essa é nossa divergência. O PSD errou quando afunilou e ficou apenas com uma candidatura”, completou.

Há algumas semanas a prisão do deputado federal João Rodrigues mexe com a política estadual. Garcia considera a situação difícil e a prisão injusta. “Pude acessar o processo. Foi condenado por ter assinado uma licitação que ele não homologou, não contratou e não pagou. Era uma troca de retroescavadeira em uma licitação que deveria ser feita em dois momentos: a venda do equipamento antigo que possuíam na prefeitura de Pinhalzinho e a compra da nova. Tentaram fazer, equivocadamente, em um momento só. Dando a retro velha no negócio, recebendo a nova e pagando a diferença”, explicou o ex-conselheiro do TCE. “Houve um equívoco da Justiça que há de ser reparado em momento oportuno, mas que de qualquer forma é lamentável porque o João era um líder que se projetava e podia ainda contribuir muito para Santa Catarina”, completou.

Compartilhar:
Leia a seguirVÍDEO: Daniel Freitas visita Jair Bolsonaro
Publicidade