Vigilantes fazem paralisação nesta sexta-feira
Sem os profissionais da vigilância, bancos não vão poder funcionar amanhã
Por Douglas Saviato - douglas.saviato@engeplus.com.br
EmVigilantes da região de Criciúma fazem um ato de paralisação nesta sexta-feira, dia 1º de fevereiro. Cerca de 1,2 mil trabalhadores vão se concentrar em frente ao Sindicato dos Mineiros em protesto ao adicional firmado pela presidente no fim de 2012, mas que não teria sido repassado à categoria. Conforme o presidente do Sindicato dos Vigilantes de Criciúma e região, Bento Acelino de Freitas, a presidente Dilma Rousseff sancionou e publicou a nova lei no Diário Oficial no dia 10 de dezembro. “Desde então, as empresas ainda não repassaram o valor de 30% do adicional de periculosidade que nos foi assegurado”, explica. A paralisação vai acontecer em todo país.
“Atualmente, a categoria recebe 10% de acional, ou seja, cada vigilante deve receber 20% a mais em cima do salário base”, completa. A população vai ser diretamente atingida pela paralisação desta sexta-feira. Conforme Freitas, os bancos não vão poder funcionar, pois conforme a lei 7.102 sem os profissionais da vigilância os estabelecimentos não podem abrir.
“Por coincidência amanhã é o primeiro dia útil do mês, portanto, é o primeiro dia de pagamento para os aposentados”, comenta. Caso as empresas não acertem o novo pagamento com os funcionários até o quinto dia útil de fevereiro, uma assembleia será convocada, e os profissionais vão sinalizar ou não a favor de uma greve por tempo indeterminado. “Estamos unidos e engajados para mantermos nossa posição a favor do novo repasse”, frisa o presidente do sindicato.
Nesta quinta-feira a categoria trabalha na produção de cartazes e faixas para a manifestação marcada para amanhã. “Hoje vamos colocar nossos cartazes nos bancos”, conclui.
































