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Visão empreendedora e busca por melhores condições impulsionam novos negócios

Credisol Crédito Solidário já oportunizou mais de 130 milhões em crédito para microempreendedores formais e informais

Por Redação Engeplus

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Foto: Divulgação

Trabalhar de segunda a sexta-feira e, às vezes fim de semana, é a realidade para milhões de brasileiros. Mas foi num dia fora da rotina que a administradora de empresas Miriam Aparecida resolveu colocar o sonho de empreender em prática. “Isso aconteceu há cerca de oito anos. Ouvi falar sobre microcrédito em uma palestra e, depois que saí do evento, entrei em contato com os palestrantes. Foi aí que fiz o meu primeiro empréstimo, de três mil reais, para comprar mercadorias”, conta ela, que hoje tem uma loja de artesanato e decorações.

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Assim como Miriam, Rosângela Tomasi, antes empregada doméstica e costureira, decidiu empreender e comprar a floricultura Portal das Flores. “Estava com a ideia de fazer algo novo, de me desafiar. Então conheci o microcrédito por meio de um amigo. Completei o montante necessário, comprei uma pequena floricultura e, a partir daí, virei dona no meu próprio negócio. Hoje tenho mais liberdade e também faço o que gosto”, diz Rosângela, que mora em Criciúma.

São muitos os motivos que levam alguém a virar o próprio patrão, mas é entre a tomada de decisão e os primeiros investimentos que a atenção deve ser redobrada. É isso que diz o coordenador regional da Credisol, Eduardo R. Manenti. “A nossa Instituição é parceira das pessoas que buscam trabalhar por conta própria ou melhorar um negócio que já existe, pois além do crédito oportunizamos orientação técnica ao cliente, gratuitamente” comenta ele.

Microcrédito produtivo e orientado para investir no que é seu

Muitas pessoas ainda desconhecem o microcrédito, que existe para apoiar e fortalecer o pequeno empreendedor. Por não precisar abrir conta, não ter Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e outros encargos, essa é a forma mais simples de acessar crédito para investir no negócio, mesmo que a atividade ocorra na informalidade. “Sessenta por cento dos nossos clientes desenvolvem suas atividades nas próprias residências, são pequenos comerciantes, prestadores de serviço, autônomos e agricultores”, comenta Manenti.

Além do crédito, a orientação técnica é compromisso da instituição que, somente nos últimos 18 meses, oportunizou capacitação a mais de 1,7 mil empreendedores por meio de ações promovidas em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc), Associação Beneficente da Indústria Carbonífera de Santa Catarina (Satc) e Associação Beneficente Abadeus.

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Em operação desde 1999, a Credisol já liberou mais de R$ 130 milhões em microcrédito exclusivamente para a região Sul de Santa Catarina. Conforme os dados da instituição, só em Criciúma, de 2000 a 2015, foram mais de R$ 50milhões em empréstimos, com valor médio por operação de R$ 5,8 mil.

Empreendedores cada vez mais jovens

De acordo com os dados da Credisol, a faixa dos 41 aos 50 anos era a que mais solicitava crédito nos últimos anos, alcançando 25% do público total. “No entanto, 2014 nos mostrou uma realidade diferente. As pessoas estão empreendendo mais cedo. A maior média de operações tem ficado entre os 21 e 40 anos, somando 52% dos microempreendedores. E o mais interessante disso é que a maioria deles, antes de empreender, ganhava no máximo um salário mínimo, o que evidencia a busca por melhores oportunidades”, revela o diretor executivo, Julio Burigo. “Hoje em dia, com o mercado em crise, o empreendedor precisa aparecer e suprir as necessidades que surgem. Não há tempo ruim pra quem luta por um sonho”, pontua.

Colaboração: Jadson da Luz / Ápice Comunicação

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