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Eleições 2018

Boeira fala de sua história, partidos que passou e futuro político

Deputado federal destaca curso de Medicina na UFSC de Araranguá como grande conquista

Por Redação Engeplus

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Foto: Reprodução

Destacando-se como um “não-político” no meio político. Assim o deputado federal Jorge Boeira (PP) explicou seu envolvimento na Política durante o programa Direto ao Ponto, com Nícola Martins, da TV Engeplus. No próximo final de semana acontecerá o primeiro vestibular para o curso de Medicina da UFSC de Araranguá, uma das grandes bandeiras de Boeira, e ele ressaltou que em nenhum momento achou que a empreitada não daria certo. “Não. Em momento nenhum. O curso de Medicina faz parte do programa Mais Médicos, que não são só os médicos cubanos, mas médicos no interior do Brasil. Para ter, é necessário que haja escola de Medicina também no interior do Brasil”, explicou. “Haviam duas necessidades fundamentais para a abertura do curso: um hospital público local, e há o Regional, e uma instituição pública federal, que há a UFSC. Além disso, foram detalhes”, completou.

Eleito pela primeira vez em 2002, pelo PT, passou por PSD antes de chegar ao PP, em 2013. “Entrei no PT por uma questão de ética. E o que me fez sair foi o mesmo motivo, a ética. (...) Fui para o PSD por uma questão de janela, de oportunidade, até porque a única forma de sair do Partido dos Trabalhadores naquele momento era na criação de um novo partido. E apostei. Mas o PSD é um partido verticalizado, há pessoas que decidem e aqueles que operam. Não consegui me adaptar a essa lógica porque gosto muito de discutir horizontalmente”, disse Boeira.

Agora no PP, seu nome constantemente é lembrado para disputas majoritárias (governador, vice ou senador). “O cenário ainda é muito volátil. Falar nesse momento em qualquer outra candidatura que não seja a de deputado federal é uma temeridade, mas talvez haja essa possibilidade dependendo do número de candidaturas, aí será necessária uma análise com maior profundidade”, salientou.

Seu candidato a governador é o colega de bancada Esperidião Amin. “Alguns podem dizer que não concordam com uma ideia ou com outra, mas do Esperidião Amin ninguém pode dizer que, em seus 40 anos de mandato, algum momento ele desviou recursos públicos ou se comportou em desacordo com a ética”, conclui.

Assista a entrevista na íntegra em: http://www.engeplus.com.br/tv/programa/direto-ao-ponto

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