BR-101: Fez que foi, não foi, acabou fondo
Infraestrutura
Na BR-101, o caminho existe. A informação, nem sempre

A expressão do título é similar a uma frase proferida por famoso futebolista – “Fiz que fui, não fui, acabei fondo” - atribuída ao centroavante Claudiomiro, Inter/POA, quando de uma jogada malsucedida.
Em se tratando da construção de uma rodovia, como a BR 101 Sul, interligando Florianópolis até o Rio Grande do Sul, também denominada Rodovia Mario Covas, a mesma se encontra em excelente estado de conservação, garantida por eficaz serviço de manutenção pela (s) concessionária (s).
O que há para ser contestado e inquerido é a sinalização aérea e lateral da rodovia, ambos os sentidos e não ou mal informados, quanto ao que existe na circunvizinhança e destinos desejados, não só para os residentes regionais, mas e principalmente para aqueles de origem distante e desconhecedores da região e que estão transitando, com vontade e provocados para a visitação. Por compromisso ou lazer.
A responsabilidade pela sinalização na BR 101 Sul (SC) é compartilhada entre a concessionária CCR Via Costeira, do KM 220 a Km 465, e o DNIT Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, no que tange a aproximação as vias marginais e acessos urbanos.
Entretanto, nas entradas diretas para os perímetros urbanos, a responsabilidade passa a ser das Prefeituras Municipais.
Na BR 101 Sul, do norte para o sul, do sul para o norte, as sinalizações para acessos a Içara, Criciúma, Balneário Rincão e demais municípios da AMREC, é deficiente, quase inexpressivo. Por demais modestos, acanhados, pouco informativos e orientativos.



