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Criciúma na Paulista e a opinião de Augusto Nunes, há mais de 50 anos no jornalismo brasileiro

Por Joice Quadros

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Foto: Divulgação

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Dois ônibus fretados seguiram para a Avenida Paulista no último domingo, 25, com cerca de 80 pessoas de Criciúma e região, para participarem da manifestação em “Defesa do Estado Democrático de Direito”, convocada por lideranças apoiadoras do ex-presidente Jair Bolsonaro. Como previsto e orientado previamente pelos organizadores, não aconteceram manifestações de protesto e cartazes “contra ninguém” , como pediu o ex-presidente, e somente bandeiras de Israel apareceram junto as milhares de bandeiras do Brasil e grandes sombreiros coloridos protegendo os participantes do calor escaldante do domingo. Entre os governadores presentes ao ato, esteve também o de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL). Quem participou, conta que o ambiente entre os manifestantes era de muita cordialidade , apoio e cuidado para não deixar lixo nas ruas, o que foi constatado após o encerramento das manifestações . A coordenação dos ônibus que partiram de Criciúma, onde foi proibido ingerir bebida alcóolica durante a viagem, do presidente da Coalização Conservadora, dentista Júlio Lopes. Os ônibus partiram na tarde de sábado, 24, , retornando logo após o encerramento da manifestação e chegando na tarde do dia 26, segunda-feira, de volta em Criciúma.

Quem é Augusto Nunes e sua opinião sobre os fatos

O jornalista e escritor Augusto Nunes, natural de São Paulo, iniciou no jornalismo em 1971 e dirigiu as revistas Veja, Época e Forbes (edição brasileira) e os jornais O Estado de S. Paulo, Jornal do Brasil e Zero Hora. Ferrenho defensor da Democracia, ele acompanha há mais de 50 anos a politica brasileira e seus desdobramentos. São dele as opiniões que seguem:

“ Constatem que o que aconteceu ontem (25) vai mudar o Brasil”.

“Foi uma manifestação exemplar, sem precedentes, nunca vi isto, sem nenhum incidente, nem roubo de celular”.

“Me impressionou a serenidade do discurso do Bolsonaro”.

“Não se viu aquela repulsiva inscrição pedindo intervenção militar”.

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“A direita brasileira é quem defende a Democracia hoje, Democracia que é ameaçada por quem se elegeu propondo a reconciliação nacional”.

“O povo perdeu o medo e foi retomado pela direita brasileira, democrática, o domínio das ruas”.

“A campanha de reeleição do Lula acabou ontem”, referindo-se ao dia 25.

“Tentar brigar com os fatos, como ensina o jornalismo desde Guttemberg, é perda de tempo porque os fatos se impõem e a manifestação foi portentosa”.

Joice Quadros. Economia, Mercado e Política. Bacharel em Jornalismo (UFRGS). Professora e Pesquisadora, com obras publicadas. Cadeira 28 da Academia Criciumense de Letras e Membro da Diretoria da Associação de Jornalistas Escritoras do Brasil/Santa Catarina. Nasceu em Santo Ângelo (RS).

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