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Economia e Mercado

Comportamento

Povo segue atônito ouvindo fatos e narrativas

Uma questão de princípios

Por Joice Quadros

3 min de leitura

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Estamos vivenciando um daqueles difíceis momentos na História entre fatos e narrativas. Na economia, os fatos que vimos na mídia nacional são um “tarifaço” do governo norte-americano sobre produtos brasileiros importados pelos Estados Unidos e o governo brasileiro estreitando laços com o governo chinês. Outro fato, é que está em andamento a formação do Sul Global, com os BRICs propondo nova moeda em contraposição ao dólar, uma guerra comercial declarada.

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Narrativas do golpe de Estado

As narrativas são que o entorno do governo Lula – Celso Amorin, Gleise Hoffmann, Haddad, Janja, Dilma e José Dirceu, entre outros, considerado o “PT soviético”, defende o comunismo, auto-proclamado por eles mesmos. Para tanto, criaram a narrativa do golpe de Estado que o ex-presidente Jair Bolsonaro teria organizado.

Narrativa dos “Bolsonaros”

Outra narrativa é que os “Bolsonaros” usam as prisões do 8 de janeiro e as perseguições ao ex-presidente Jair Bolsonaro para se defenderem das acusações da tentativa do golpe de Estado. Para tanto, recorreram aos Estados Unidos e à defesa dos Direitos Humanos em busca de apoio.

Narrativa na área jurídica

Na área jurídica é bem mais complicado e os fatos se misturam com duas principais narrativas: uma é a de que Lula “aparelhou” o STF, com pessoas de sua confiança e em busca de seus objetivos para conduzir o Brasil ao estreitamento de laços com a China e a Rússia. Outra, é a de que Alexandre de Moraes, ao punir “exemplarmente” manifestantes políticos e o ex-presidente Bolsonaro estaria atuando em defesa da democracia.

Dos sinais de fumaça às redes sociais

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Estas guerras de fatos e narrativas, com as quais temos que conviver, são tão antigas como a própria História Universal. Dos sinais de fumaça dos povos primeiros às redes sociais dos povos atuais. O que compete a cada um é ficar firme em seus princípios na defesa do que lhe é mais sagrado.

No meu caso, sou contra qualquer forma de ditadura, seja fascista, nazista, comunista ou outra ainda que venha a surgir. Saio em defesa da liberdade de expressão de cada povo, de acordo com seus usos e costumes, e da convivência em paz e com qualidade de vida.

A importância dos princípios

Princípios são, sim, importantes, e passam de gerações para gerações. São estes princípios que se manifestam quando as pessoas ocupam cargos de liderança e poder. No nosso caso, vale lembrar que a formação do povo brasileiro é resultado da civilização ocidental cristã, com todas as suas cores e matizes.

Joice Quadros

Economia, Mercado e Política. Bacharel em Jornalismo (UFRGS). Especialista em Educação, Meio Ambiente e Comunicação Empresarial. Pesquisadora com livros publicados em temas de História e Biografias. Membro do Rotary e da Academia Criciumense de Letras. Nasceu em Santo Ângelo (RS), mora em Criciúma (SC).

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