Frente Parlamentar em Defesa do Carvão Mineral reúne lideranças do Sul em Brasília
Atualização de matéria às 8h30min de 20/03 /O ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, confirmou que as usinas termelétricas a carvão mineral irão integrar os leilões de energia A-5
Por Ana Paula Cardoso - anacardoso@engeplus.com.br
EmAtualização de matéria às 8h30min / O novo presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Carvão, o deputado gaúcho Afonso Hamm, foi empossado nesta noite, em Brasília. Ele compõe o grupo de parlamentares de Santa Catarina e Rio Grande do Sul que está reunido na capital federal em prol do carvão. Ainda nessa terça-feira, o ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, confirmou que as usinas termelétricas a carvão mineral irão integrar os leilões de energia A-5, programados para ocorrerem no segundo semestre desde ano.
Afonso Hamm lembrou que desde 2009, as térmicas movidas a carvão estão proibidas de participar dos leilões de energia por conta de acordos internacionais. “Com a retomada dos leilões abre-se o mercado termelétrico com investimentos da ordem de US$ 6 bilhões de dólares, em projetos já licenciados ambientalmente e aptos a ingressar nos leilões A-5”, detalha. O grupo de parlamentares foi a Brasília para definir agenda para os próximos meses e assim, estabelecer a política para avançar os esforços e sensibilizar o governo federal a tonar as termelétricas movidas a carvão mineral uma prioridade estratégica no Brasil. O vice-governador catarinense, Eduardo Pinho Moreira, acompanha a comitiva.
O carvão já gerou em Santa Catarina cerca de 60 mil empregos, e desde 2009, as térmicas movidas a carvão estão proibidas de participar dos leilões de energia renovável para entrega em cinco anos, por conta de acordos internacionais quanto às mudanças climáticas. Agora, a comitiva vai em busca da participação dos representantes das usinas termelétricas a carvão mineral nacional nos próximos leilões promovidos pelo Ministério de Minas e Energia. Os novos leilões para compra de energia elétrica devem ocorrer até metade deste ano (entre junho e julho).
Com informações de Ana Cristina Zandavali


































