Pagode Essência: grupo regional leva a alegria do gênero para o Sul catarinense
Eles tocam em bares, formaturas, casamentos e pubs

O Pagode Essência é um grupo musical formado por seis integrantes que moram no Sul de Santa Catarina e se apresentam pela região. Seus integrantes são: Juliano de Souza Irmão, Eduardo de Souza Irmão, Jefferson dos Santos (Pepe), Everton Luiz da Silva (Baianinho), Giovani da Silva e João Henrique Braz Nazário. Eles tocam em bares, formaturas, casamentos e pubs, com o objetivo de levar a alegria e o alto astral do gênero para as festas e rotinas das pessoas.
O grupo foi formado em abril de 2024 e tem como inspiração grandes nomes do pagode nacional. "Tocamos um pagode mais animado, que é uma mistura de tudo. Temos como inspiração na área um pouco de cada um. Então, Turma do Pagode, Menos é Mais, Revelação e também o Alexandre Pires", contou o fundador da banda, Juliano de Souza.
Segundo Souza, a ideia de criar o grupo surgiu da sua própria vivência nesse ambiente musical. "Trabalhei com Bruninho e Shipe, Chocolate Sensual e algumas bandas da região. Sempre tive a vontade de ter um projeto meu. Quando tive a oportunidade, me desliguei dos grupos e decidi montar a minha banda", explicou.

Origem do Essência
O nome da banda foi inspirado por uma febre cultural que explodia no momento. "Na época, estava na moda o narguile, então pensamos em algo relacionado a isso. Surgiu o nome Essência, colocamos em votação, o pessoal gostou e acabou ficando", compartilhou.
Apesar de contar com vários membros, o grupo organiza as funções de cada integrante durante as apresentações. "Estamos começando agora, então não temos uma estrutura gigante. Mas nos dividimos entre as tarefas, por exemplo, o Baianinho cuida da produção musical e do repertório. Já eu, cuido da parte comercial da banda", destacou.

Mesmo tocando canções de outros artistas do gênero, o grupo de pagode já lançou duas músicas autorais. "Temos duas músicas próprias: Cão e Cervejinha, Meu Bebê. Ambas estão no Spotify. A segunda é a mais recente, acabou de ser lançada", ressaltou.
Para o fundador do grupo, o primeiro contato com a música aconteceu ainda quando era criança. "Comecei aos 8 anos, em uma escola no bairro Santo Antônio. E quando tinha 12 anos, o Baianinho, que hoje toca comigo, estava passando pela rua e me chamou para tocar reco-reco. Desde então, virei músico. Além disso, minha família sempre teve músicos, o que me incentivou bastante a continuar", relatou.
Segundo Everton Luiz, conhecido como Baianinho no grupo, sua entrada na banda aconteceu naturalmente. "Basicamente, estou com o Juliano desde o começo. Dentro do grupo, faço algumas funções, toco cavaquinho, sou compositor de uma das músicas que gravamos e auxílio na produção musical da banda", contou.
Já o caso de Jefferson dos Santos, conhecido como Pepe, foi diferente. "Até pouco tempo, eu morava na Serra e trabalhava lá. Quando me mudei para Criciúma, o Juliano, que é meu primo, me chamou para fazer parte da banda também, e aceitei", frisou.
Souza citou como maior desafio a rotina adversa, destacando a parte mais gratificante como o reconhecimento do público. "O mais difícil é lidar com um público diversificado. É preciso saber o que tocar para agradar à maioria das pessoas. Então, o maior desafio é o dia a dia da apresentação. Mas, em compensação, a melhor parte é quando acaba o show e o público aplaude e elogia", enfatizou.
Um ponto essencial para Juliano é o comprometimento. "A mensagem que eu deixaria para quem está começando agora é ter compromisso. Trabalhe com honestidade, cumpra suas obrigações. Se foi contratado para aquele horário, chegue no horário. Esse esforço é bem-visto e valorizado lá na frente", pontuou.
Para saber mais sobre a banda de pagode e seus shows é só acompanhar suas redes sociais.
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