Reajuste da gasolina
Reajuste da gasolina ainda não é sentido em Criciúma
Aumento de até R$ 0,08 pode ocorrer ao longo deste mês
Por Redação Engeplus
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O Governo Federal anunciou o reajuste no valor da gasolina para janeiro de 2014. Mas segundo o responsável pelo Sindicato dos Revendedores e Varejistas de Combustíveis de Criciúma (Sindcomb), Edilson Barp, os consumidores de Criciúma ainda não sentiram porque os postos de combustíveis ainda não reajustaram o valor da gasolina, que, atualmente, é vendida, em média, pelo valor de R$ 2,99. Com o reajuste, segundo Barp, acredita-se que o valor da gasolina possa variar entre R$ 3,06 e R$ 3,07.
“Os postos na região são muito competitivos, enquanto o proprietário de um determinado posto não reajustar o valor do combustível, o outro também não aumenta. Pelo que observei dois postos efetuaram o reajuste, sendo que nossa região possui mais de 60 estabelecimentos. É um mercado muito acirrado”, ressalta.
Segundo o responsável pelo Sindicato dos Revendedores e Varejistas de Combustíveis de Criciúma, o reajuste salarial dos funcionários dos postos de combustíveis também influência no aumento do combustível. “50% das despesas de um estabelecimento está na folha de pagamento dos colaboradores”, destaca.
Conforme a responsável pelo setor administrativo de um posto de combustíveis da região central de Criciúma Suzana Maciel, nenhum comunicado de reajuste foi anunciado ao estabelecimento pelos fornecedores. Em outro posto no bairro Próspera, de acordo com o responsável pelo estabelecimento, Paulo Roberto Benedet, o valor da gasolina também não foi reajustado. “Não conhecemos a porcentagem do reajuste. Sabemos que o aumento irá se basear com o valor do barril do petróleo e a variação do dólar. Em dezembro já houve um reajuste de 4% da gasolina e 8% do diesel”, lembra Benedet.
O motorista Paulo Perin não tinha o conhecimento do reajuste até ser informado pela reportagem do Portal Engeplus. “Gasto em média R$ 400 por mês com gasolina e já acho caro. Se houver o aumento gastarei bem mais, mas será necessário”, pontuou.
Ainda conforme Barp, no período das festividades de fim de ano aumenta o consumo de combustível, portanto, os proprietários dos postos não aplicam o reajuste. Já no início do ano diminui a procura nos postos des combustíveis em decorrência de muitos consumidores não estarem na cidade, o que influencia no aumento do combustível. "Por isso, os proprietários dos estabelecimentos não resistem ereajustam o valor nesta época do ano", justifica.



