Por Amanda Garcia Ludwig - amanda.garcia@engeplus.com.br
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Representantes da indústria do vestuário de Santa Catarina estiveram, nesta manhã, na Associação Empresarial de Criciúma (Acic) para debater formas de solucionar a crise pela qual o setor tem passado. Sérgio Pires, presidente da Câmara Têxtil da Fiesc, afirmou que o setor cresceu muito pouco no primeiro semestre deste ano.
Foram destacados na discussão o protecionismo fiscal de outros estados, como Rio Grande do Sul e São Paulo. “O produto catarinense chega mais caro a outros estados devido à antecipação do ICMS adotada por esses estados. Temos que discutir isso através da Fiesc”, disse Pires.
Os empreendedores criarão uma pauta de reivindicações para propor soluções ao problema. A atualização tecnológica do setor também entrou em paura na reunião, uma vez que ela é necessária para ampliar a competitividade de Santa Catarina. O Senai, que estava presente no evento, apresentou um planejamento estratégico dos próximos cinco anos. Neste planejamento está incluída a criação de institutos tecnológicos - um deles em Criciúma -, ampliação da atuação da educação profissional e tecnológica, dos serviços técnicos e tecnológicos.
Estiveram presentes na reunião o presidente do Sindicato das Indústrias do Vestuário de Criciúma, Roberto Benedet, do vice-presidente da Fiesc na região Sul, Diomício Vidal, do presidente do Sindicato das Indústrias de Calçados de Criciúma, Aldo Apolinário João, presidente da Câmara Têxtil da Fiesc, Sérgio Pires, executivo do Sindicato das Indústrias de Calçados de São João Batista, Rosenildo de Amorin, presidente Sindicato das Indústrias da Fiação e Tecelagem do Alto Vale do Itajai, Pedro Leal da Silva Neto, além de representantes do Senai de Criciúma e Florianópolis, além de empresários do setor do vestuário da região Sul.


































