Sucessão, meios e formas para o sucesso
Sucessão familiar
Continuidade do empreendedorismo empregado no início de Criciúma

Agora, em 2025, o município de Criciúma comemora o Centenário de Emancipação Político Administrativa do município de Araranguá (1925 – 2025).
Em 2030, daqui quatro anos, Criciúma estará festejando o SESQUICENTENÁRIO de Fundação (1880 – 2030).
Cada uma das datas comemorativas vem acompanhadas de memórias, reflexões, projetos e intenções pessoais e coletivas para o crescimento individual, familiar e coletividade regional.
A data da fundação sempre será a mais importante e simbólica pois representa o nascimento, o início da construção da história. Se a história for edificada sob base sólida contínua, a emancipação será alcançada com pleno mérito e apoio.
As comemorações do Centenário de Fundação de Criciúma em 1980, festejaram a cidade e circunvizinhança em pleno desenvolvimento econômico e cultural. Naqueles tempos nasceu o conceito e formação dos “grupos étnicos”, história contada de Criciúma, com sotaques. A extração mineral do carvão estava a pleno, assim como, a tradicional e nova indústria cerâmica, indústria química e de plásticos, as indústrias do vestuário e confecções, início promissor das redes supermercadistas.
Na década, as obras físicas públicas e privadas empreendidas revelaram a importância da engenharia e construção civil. Empreendedores como Airton Brandão, Lúcio Cavaller, Jaci Fretta e Édio Del Castanhel – este, engenheiro responsável pela execução das principais obras públicas comemorativas no Centenário de Fundação – foram o princípio formador e liderança na engenharia para construção. Seguiram-se inúmeras iniciativas empreendedoras relacionadas à construção civil, exemplar no Estado Catarinense, como: Engenharia Castanhel/Édio e Carlos Del Castanhel, BBS Engenharia/Carlos Alberto Barata, Construtora e Engenharia Fecel/Jaci Fretta e Luiz Fernando Fretta, Construtora Corbetta/Paulo Corbetta, Construtora Pavei/Deoclésio Pavei, Construtora Fontana/Olvacir Bez Fontana, Duda Imóveis/José Duda Mondardo e mais.
Hoje, ultrapassadas algumas décadas, o que se comprova é a continuidade do empreendedorismo empregado no princípio. As empresas se fortaleceram e cresceram, assim como nasceram e cresceram no seu meio, a sucessão empresarial. E não só sucessão nas empresas, mas, também sucessão e liderança associativa e sindical empresarial nos setores da construção civil.
Lideranças empresariais “construíram sucessão” que fazem despontar nomes e sobrenomes como Alessandro Pavei, Edinho Castanhel, Erico Bez Fontana, Luiz Fernando Fretta, Thomaz Reis Mello Filho, Eduardo Mondardo e outros mais.
Enfim, sempre haverá história pra lembrar e enaltecer se houver passado, presente e futuro promissor.



