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Economia

Criciúma e região

Trabalhadores da saúde avaliam proposta patronal

Votação começou nesta segunda e segue até quarta-feira

Por Redação Engeplus

2 min de leitura

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Foto: Divulgação / Sindisaúde

Os cerca de 4 mil trabalhadores dos 15 hospitais de Criciúma e região estão avaliando a proposta patronal apresentada no último dia 10 e rejeitada pela direção do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde de Criciúma e Região (Sindisaúde). A votação começou nesta segunda e segue até a quarta-feira.

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Na cédula, os funcionários optam se aceitam a proposta ou se rejeitam e aprovam a greve a partir do próximo sábado. O sindicato patronal oferece para os hospitais São José, São João e Unimed, 80% do INPC, o equivalente a 8,5% - em novembro (data-base) e 20% em janeiro, sem pagar o retroativo. Para o São Donato, a proposta é de 50% do INPC, em cinco parcelas a partir de janeiro e não retroativo.

A SPDM, gestora do Regional de Araranguá, oferece 100% do INPC a partir de janeiro, sem o retroativo. Os hospitais de Meleiro, Turvo, Morro Fumaça, Urussanga e hospitais do Isev sinalizaram para 70% do INPC, em duas parcelas a partir de janeiro, sem o retroativo; Jacinto Machado oferece 50% do INPC, em quatro vezes a partir de janeiro, sem o retroativo. O vale-refeição segue sem reajuste.

Nesta segunda-feira votam os trabalhadores dos hospitais do interior Sul e clínicas na Região da Amesc: Meleiro, Turvo, Jacinto Machado, Praia Grande e Sombrio. Na terça-feira, a votação ocorre nos hospitais do Isev: Santa Catarina, Rio Maina e São Marcos. Além dos hospitais de Içara, Araranguá, Urussanga e Morro da Fumaça. Na quarta-feira, a votação será feita com os trabalhadores dos hospitais: São José, São João, Unimed e clínicas de Criciúma.

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“Os trabalhadores devem dizer não a este golpe. A estas propostas que trazem perdas aos seus salários e, sim para a greve por mais valorização e condições de trabalho. Lembrando que as propostas não respeitam o trabalhador, não contemplam nem mesmo a inflação e as perdas salariais”, critica o presidente do Sindisaúde, Cleber Cândido.

A categoria pede reajuste do piso; aumento real; reajuste no adicional noturno; redução da jornada; folga para a jornada 12 x 36; plano de Saúde do Trabalhador; auxílio-creche, entre outras.

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