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Direito de expressão.

Por Willi Backes

3 min de leitura

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No dicionário a palavra “direitos” vem depois da expressão “deveres”.
Bom seria se a ordem sequencial da conjugação fosse respeitada. Se os deveres forem praticados, os direitos serão conquistas naturais. Na
incoerente e utópica Constituição Federal de 1.988, a palavra “direito” aparece em 76 oportunidades, e a palavra “dever” gloriosamente em
apenas 4 vezes.
Dentre as múltiplas deformações do que se alimenta o rosário dos ditos “direitos”, presentemente, o “direito de expressão” extrapola a
racionalidade, notadamente quando envolve dogmas religiosos.
Há uma frase popular que diz “a liberdade do indivíduo vai até aonde começa a do próximo”.

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O PAPA DESCONHECE A CRISTOFOBIA, OU FAZ DE CONTA.

A muito tempo o Brasil é cantado em prosa e verso como sendo o País mais Cristão do Ocidente. Se é do Ocidente, é também do Oriente por
obviedade. Com essa consistência e outras mais, o candidato e hoje Presidente Jair Messias Bolsonaro adotou o lema: “O Brasil Acima de
Tudo, Deus Acima de Todos”, tendo por fundamento “Deus, Pátria e Família”. O conteúdo do slogan é profundo, com pragmatismo propositivo.
Quando da manifestação do Presidente Bolsonaro na abertura da Conferência Mundial da ONU, fez referência explícita quanto à atos de Cristofobia em andamento por todo planeta. A oposição tupiniquim fez ironias, o comando da Igreja Católica daqui e de Roma fez ares de paisagem.
O Presidente Jair Bolsonaro definitivamente não está criando novo Evangelho, mas, chamando à razão ensinamentos e orientações seculares
da prática do povo Cristão.


IDIOLOGIA INTROMETIDA NO EVANGELHO.
Ao longo da história da humanidade, centenas de conflitos beligerantes foram patrocinados e ou tiveram participação de organizações religiosas.
Em tempos contemporâneos persistem. No continente Africano, praticantes do Cristianismo são chacinados aos milhares pela simples
discordância da prática religiosa.
No continente Europeu, a invasão e instalação de contingentes religiosos divergentes, ainda que com fatos isolados mas em número expressivo, faz
prever conflitos sangrentos próximos. Da mesma forma em países da Ásia.

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A França é modelo exemplar onde os crimes da liberdade de expressão tem como resposta crime de maior e desconcertante gravidade.
Nas Américas, o Chile é o pior dos exemplos da perseguição religiosa descabida. No Brasil, tudo é classificado como liberdade de expressão. Foi
assim nas manifestações públicas com introdução do crucifixo no ânus, no escracho grupo teatral televisivo porta dos fundos quando produziu peça
sobre a vida de Jesus Cristo e seus seguidores, quando no carnaval carioca a figura e símbolos religiosos cristãos foram usados pra representar algo
que ninguém conseguiu interpretar. Um escracho.


POR ONDE ANDAM OS VIGÁRIOS?
Os crimes escondidos por de trás do direito de expressão, onde se inclui a liberdade religiosa, tem a incrível conivência da vigilância policial, das
cortes jurídicas e abstenção absurda das lideranças religiosas cristãs.
O que fizeram a polícia, a justiça, a Igreja Católica e principalmente o Papa, quando a religião Islã foi e ainda está sendo ridicularizada e blasfemada na
França? Qual o sentido das constantes agressões panfletárias? Como é possível admitir os atos terroristas no Chile e na África? Como no Brasil tudo é permitido em nome da liberdade de expressão mesmo agredindo a Fé Religiosa individual e da maior parte da coletividade?
Os vigaristas que abundam em todas as entidades, não respeitam e não fazem respeitar os escritos que os regulamentam. Não respeitam a DEUS
pois são ateus atoas. Não respeitam a concepção do que seja a PÁTRIA, por serem socialistas ditatoriais. Não respeitam a FAMÍLIA como célula
básica para fundamentar sociedade organizada e produtora.
Tudo acaba no politicamente correto, que nada mais é do que versão piorada da anarquia.

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