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Morbidade em números

Por Willi Backes

2 min de leitura

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Foto: Site Ser mais motivado

São extraordinárias e fundamentais as ações dos Governos Federal, Estadual e Municipal no combate de um inimigo invisível, traiçoeiro e por vezes mortal. O combate está apenas no seu início, as previsões para o quando do seu final são divergentes. Quanto menos o vírus for socializado, mais cedo o seu domínio e consequente extermínio.

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Por se tratar de um vírus “importado”, claramente as faixas sociais A, B e B+, inicialmente são as mais atingidas. O vírus foi transportado por vias aéreas e marítimas, e reproduzido em contatos, visitas e reuniões sociais. O centro da batalha antivírus é estancar a difusão e a não popularização. É um escárnio, mas, parte da população ainda desdenha as orientações e determinações cautelares. Essa gente aprenderá com a dor à gemer.

VIDA, A FORÇA DO PENSAMENTO POSITIVO.

No rastro da crise provocada pelo vírus chinês, além das perdas humanas, o encerramento de atividades econômicas e oportunidades para o trabalho, somarão centenas de milhares. Quase tudo está sendo freado. Todos retrocederemos alguns passos. A mitológica frase “Todos Por Um, Um Por Todos”, marcará caminhos seguros para nova prosperidade comum.

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Entretanto, em se falando de vidas humanas, há sim uma perspectiva incrivelmente positiva. Anualmente no Brasil morrem 60 mil no transito – 5.000/mês e outros 50 mil assassinadas – 4.100/mês. Com o absoluto recolhimento das atividades profissionais, lazer e vagabundagem, em três meses a crise poderá proporcionar na outra ponta, poupança de milhares de vidas no Brasil.

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